quando uma cidade, estranhamente, nos toca…

brasilia

“No príncipio era o ermo
Eram antigas solidões sem mágoa.
O altiplano, o infinito descampado
No princípio era o agreste:
O céu azul, a terra vermelho-pungente
E o verde triste do cerrado.
Eram antigas solidões banhadas
De mansos rios inocentes
Por entre as matas recortadas. ”

Vinicius de Moraes, Sinfonia da Alvorada  – escrita ‘lá’  a quatro mãos  – parceria com Tom Jobim –  e à época, nascimento de Brasilia. Talvez para ser Braxilia,  imaginada/sonhada pelo poeta Nicolas Behr.

 

 

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